Ishy apoia movimento para restabelecer a autonomia universitária e destaca prejuízo com a insistência na intervenção

Em nota divulgada pelo vereador Elias Ishy (PT) na terça-feira (9), ele cobra a presidência da República, o Ministério da Educação e demais instituições locais, como a prefeitura, sobre posição quanto a intervenção da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), de forma “autoritária, desrespeitando a escolha da comunidade acadêmica”.

 

Ishy pede a nomeação imediata dos reitores eleitos, Etienne Biasotto e Claudia Lima, baseado na legalidade e na decisão do TRF3 (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região, que determinou providências imediatas para que a lista fosse enviada ao Ministério, deixando evidente que não há mais um imbróglio jurídico quanto a situação.

 

Em reunião realizada na tarde de segunda-feira (8), Ishy e os professores envolvidos no processo se reuniram com o prefeito Alan Guedes (PP), onde puderam cobrar o compromisso. Ele acredita que, por meio do diálogo, a gestão pode contribuir para restabelecer a democracia no processo eleitoral, inclusive, fazendo a exigência ao atual Ministro, Milton Ribeiro. “A prefeitura deve assumir também essa responsabilidade”, explica.

 

O vereador lembrou que em março de 2019 foi encaminhada pela Câmara de Dourados uma carta à presidência da República, por unanimidade dos vereadores, em apoio a nomeação dos professores, respeitando a legitimidade da lista. “A causa uniu forças políticas independentemente de partidos”, afirma.

 

Confira na íntegra:

 

Nota pública sobre a intervenção na UFGD

 

O vereador Elias Ishy se posiciona a favor da democracia na UFGD (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e reforça sua defesa diante da postura autoritária do Governo Federal em insistir na intervenção da universidade, desrespeitando mais uma vez a lista tríplice. Ele destaca o prejuízo ao fomento da pesquisa e da educação, principalmente, quanto ao plano de desenvolvimento institucional e ao orçamento.

 

O parlamentar pede a nomeação imediata dos reitores eleitos, Etienne Biasotto e Claudia Lima, baseado ainda na legalidade e na decisão do TRF3 (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região, que determinou providências imediatas para que a lista fosse enviada ao Ministério da Educação, deixando evidente que não há mais um imbróglio jurídico quanto a situação.

 

Ele lembrou que em março de 2019 foi encaminhada pela Câmara de Dourados uma carta à Presidência da República, por unanimidade dos vereadores, em apoio a nomeação dos professores, respeitando a legitimidade da lista tríplice, unindo forças políticas independentemente de partidos.

 

Ishy pede que o prefeito, Alan Guedes, e demais instituições, também assumam o compromisso com a autonomia universitária, respeitando a decisão da comunidade acadêmica. Acredita que, por meio do diálogo, a gestão pode contribuir para restabelecer a democracia no processo eleitoral, inclusive, fazendo a cobrança ao atual Ministro, Milton Ribeiro.

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