Da redação

No dia 1º de fevereiro, caminhoneiros organizam uma paralisação geral contra alta no diesel. O ato foi aprovado em reunião do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) em dezembro de 2020.


Os motoristas pedem também a instituição de um piso mínimo de frete e o Código Identificador da Operação de Transporte (Ciot) “para todos”. O código ajuda a regulamentar e fiscalizar o pagamento do valor do frete.

Plínio Nestor Dias, diretor-presidente do CNTRC contou ao Metrópoles que que a manifestação não tem caráter político — ao contrário do vídeo que circula em uma rede social que diz que a pauta é contra os governadores. Segundo ele, esse protesto foi aprovado por transportadores rodoviários de cargas, associações, sindicatos e cooperativas que fazem parte do conselho. “Temos em torno de 30 a 40 mil pessoas envolvidas no CNTRC”.

“Não tem como a gente pagar um combustível equiparado ao dólar pois nunca vai fechar a conta. Se colocar 200 litros de diesel dá quase R$ 1 mil. Está muito massacrante, os caminhoneiros já não aguentam mais”

Também liderança no setor, Alexandre Batista Patricio, ex-candidato a vereador de Paulínia (SP), disse que ainda vai discutir com os colegas se vai aderir à greve:

“Não sei o que vai virar isso daí. Vou chamar os meus parceiros e ver o que fazer. Acho que não é uma hora propícia para isso, mas o governo está procurando. Óleo diesel subiu de novo. Então, está meio complicado”

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