Liziane Berrocal

O avião em que o presidente Jair Bolsonaro estava precisou arremeter ao chegar em Sinop, no Mato Grosso, devido a falta de visibilidade. O motivo? Uma onda recorde de incêndios na região do Pantanal e a fumaça das queimadas que encobriu o céu. O incidente aconteceu hoje (18) pela manhã e foi descrito pelo próprio presidente.

“Hoje quando o avião foi aterrissar, ele arremeteu. Foi a 2ª vez na minha vida que acontece isso, uma vez foi no Rio de Janeiro, e, obviamente, algo anormal está acontecendo, no caso é que a visibilidade não estava muito boa.” Apesar disso, Bolsonaro minimizou as queimadas. “Temos sofrido uma crítica muito grande. Porque, obviamente, quanto mais nos atacarem, mais interessa aos nossos concorrentes, para o que temos de melhor, que é o nosso agronegócio”, disse.

Segundo a administradora do aeroporto de Sinop, havia fumaça no momento do pouso, e o piloto não tinha 100% de visibilidade da pista.

A manobra de arremeter ocorre quando o piloto decide subir novamente com o avião quando a aeronave já está em operação de pouso, em direção ao solo.

A aterrissagem da comitiva, que levava ainda os ministros da Defesa, Augusto Heleno, da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e o chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, ocorreu normalmente na segunda tentativa.

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