Sidnei Bronka/Ligado Na Notícia

O prefeito eleito de Dourados, Alan Guedes, apresentou na manhã desta quarta-feira (30), no auditório do Sindicato Rural, o relatório elaborado pela equipe de Transição de Governo, e fez alguns adiantamentos do que vem por aí a partir de 1 de janeiro de 2021.

“Sabemos que o desafio será grande, que há muito trabalho a ser feito, mas estamos confiantes. Temos várias questões que precisam ser resolvidas, como contribuintes que não estão em dia com o IPTU. Vamos buscar alternativas para que esses débitos sejam quitados, queremos Dourado arrecadando mais, porém sem pesar no bolso do douradense”, afirmou.

Alan mencionou reforma administrativa na atual prefeitura de Dourados, inclusive o problema financeiro da Funsaud e a falta de limpeza que a maior cidade do interior de Mato Grosso do Sul está enfrentando. Segundo o prefeito eleito, a partir da próxima semana, a intenção é dar início a tratativas para que isso seja resolvido.

“Vamos estudar uma possível reforma administrativa na prefeitura. Fazer trabalhos de realocação, algo mais voltado quanto à estrutura organizacional. Outro problema que vamos resolver, que já estamos trabalhando, é a Funsaud. Queremos sanar essas dívidas para fornecer o melhor atendimento à população”, disse.

O prefeito eleito também destacou que a equipe de Transição não é órgão fiscalizador, e que, de fato, houve transição, houve troca informações, de dúvidas entre a atual gestão e a próxima.

“Nossa equipe de transição não fez auditoria, trocamos informações, pedimos sim contas da atual gestão, mas nosso trabalho foi de ficar informado sobre a atual e real situação de Dourados. Houve de fato uma transição de governo”, destacou.

Desafios

Durante os encontros, o próximo chefe do Executivo municipal já havia adiantado três pontos preocupantes: Licitações/compras, Gestão de Pessoas e Monitoramento de Desempenho e Controle.

Um diferencial dessa transição, é que, pela primeira vez o MPE (Ministério Público Estadual) participou dos encontros entre a equipe nomeada por Alan, e representantes da então prefeita, Délia Razuk.

A promotora de Justiça Rosalina Cruz Cavagnolli apontou preocupação com a quantidade de processos relativos à Secretaria de Saúde que perduram desde 2017.

Início das aulas

A princípio, Alan descartou a volta às aulas na Reme (Rede Municipal de Ensino), prevista para 3 e 8 de fevereiro. “É quase impossível. Talvez devamos adiar o início do ano letivo, assim como fez o Estado, começar em março, assim, quem sabe, já conseguiremos ter imunizado todos os profissionais da educação contra a Covid-19, mas vamos estudar ponto a ponto, qual a melhor forma, sem que nossas crianças sejam prejudicadas”, pontuou.

 

Créditos: Ligado Na Notícia

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