Da redação por Luiz Guilherme


O Alô Dourados teve acesso ao documento da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) em que a reitora pró-tempore, Mirlene Ferreira Macedo Damázio, decide pelo retorno das aulas remotas de graduação no dia 3 de agosto.

A decisão foi tomada mediante pesquisa realizada pelas pró-reitorias e contou com a participação relevante da comunidade acadêmica composta por 4.260 discentes que representam 56,23% do quantitativo de 7.576 estudantes, (com margem de erro de 1% para mais ou menos e 95% de índice de confiabilidade), dos 595 docentes em exercício, 328 responderam representando 55,13% do total (com 95% confiabilidade e margem de erro de 3,63% para mais ou menos), e dos 584 técnico administrativos referente ao quantitativo da UFGD sem contabilizar os que estão lotados no Hospital Universitário, 282 responderam, representando 48,29% do total (com 95% de confiabilidade e margem de erro 4,20% para mais ou menos).
O estudo apontou então, que no grupo dos docentes, 47,56% possuem condições de desenvolver atividades remotas, 48,48% consideram ter condições parciais, e apenas 3,96% revelam não ter condições, sendo apontadas como maiores dificuldades os cuidados familiares (filhos, dependentes no grupo de risco).

Quanto ao local onde moram, foi constatado que 49,5% dos estudantes residem em Dourados; 36,4% em outros municípios de Mato Grosso do Sul; 13,7% em outros Estados; e 0,2% em outro país.

Além disso, 94,1% dos pesquisados não têm filhos e 74,6% não trabalham.


Em outro trecho, é afirmado ainda que os discentes responderam que em relação as condições para aulas remotas, 73,3% indicam que sua residência possui condições adequadas para participação, apenas 3,1% dos respondentes indicou não ter acesso à internet em casa. Nesse sentido, 78,5% consideram que tem condições de manter o pagamento de serviços de internet para realizar atividades remotas e 21,4% não conseguirão.
A pesquisa também menciona que entre os discentes respondentes, 83,1% indicaram ter smartpfone, 67,7% notebook, 17,1% computador de mesa, 3,1% tablet, 1,2% indicaram não ter nenhum equipamento.


Considerando estes equipamentos, 86,5% consideram ter capacidade de download de materiais, e 13,4% não teria capacidade e que as principais dificuldades apontadas para participar de aulas remotas estão: necessidade de interação com os docentes para esclarecer dúvidas (63,2%); condições emocionais (32,9%); conhecimento limitado sobre como usar a Plataforma online de aprendizagem (25,2%); falta de equipamento adequado (24,5%).


São dois documentos, e o primeiro consta, segundo a reitoria da UFGD, que diante da pandemia da Covid-19, todas as medidas de biossegurança foram tomadas e continuarão, a fim de evitar o contágio e proliferação do vírus.


Quanto aos trabalhos de conclusão de curso, a universidade decidiu que as defesas deverão ocorrer por meio remoto (Google Meet, Skype, Zoom, entre outros) quando houver concordância, por escrito, entre a coordenação de curso, o docente orientador e o estudante.

UFGD retorna com aulas remotas a partir de agosto

UFGD retorna com aulas remotas a partir de agosto

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Luiz Fernandes

Luiz Fernandes

estamos mto contentes ao retorno as aulas mais torcendo por mais condições de morradia aos alunos de outros estados (penapolis SP)
★☆☆☆☆DIA 30.06.20 00h09RESPONDER
N/A
Luiz Fernandes

Luiz Fernandes

estamos mto contentes ao retorno as aulas mais torcendo por mais condições de morradia aos alunos de outros estados (penapolis SP)
★☆☆☆☆DIA 30.06.20 00h09RESPONDER
N/A