Da redação

 

Com a proximidade das eleições municipais deste ano, agendadas para o dia 15 de novembro, as receitas de campanha dos candidatos a prefeito de Dourados subiram e já somam quase R$ 650 mil. Porém, até agora somente quatro dos sete postulantes à chefia do Executivo detalharam despesas.

Os gastos detalhados correspondem sobretudo à produção de programas de rádio e televisão, jingles, vinhetas e slogans, bem como publicidade por materiais impressos e impulsionamento de conteúdo nas redes sociais. Nenhum deles chegou perto do limite estabelecido pela Justiça Eleitoral, de R$ R$1.454.769,73.

João Carlos Joca (PT), que tem a correligionária Lurdes Castro de vice, agora soma R$ 125.000,00 em receitas. Além dos R$ 90 mil injetados inicialmente pela executiva estadual do partido e dos R$ 3 mil do próprio bolso, houve agora R$ 30 mil da direção nacional e R$ 2 mil de Raquel Bressan de Souza.

A coligação gastou até agora R$ 25.920,00. São R$ 30 mil em baixas estimáveis, R$ 20 mil na produção de programas de rádio e televisão, R$ 4.560,00 na publicidade por materiais impressos, R$ 1.300,00 na produção de jingles, vinhetas e slogans, e R$ 60,00 de encargos financeiros, taxas bancárias.

Racib Harb (Republicanos), cuja vice, Dilvania Todescano, é do mesmo partido, elevou de R$ 25 mil para R$ 42.000,00 as receitas, tudo doado pela direção estadual do partido.
Agora as despesas somam R$ 12.084,00. Foram R$ 6 mil na publicidade por materiais impressos, R$ 5 mil em serviços prestados por terceiros, R$ 1 mil na produção de jingles, vinhetas e slogans, e R$ 84,00 para encargos financeiros, e taxas.

Quem também contou com aporte de dinheiro na campanha foi Wilson Matos (PTB), candidato cujo vice é o professor Léo (PDT) e que conta com apoio declarado da prefeita Délia Razuk (sem partido). Agora são R$ 64.052,50 em receitas. Além dos R$ 20 mil injetados inicialmente por ele mesmo, constam mais R$ 44.052,50 da direção estadual do partido, presidida pelo deputado estadual Neno Razuk, filho da mandatária do município.

As despesas declaradas pela Coligação “Igualdade para Todos” somam R$ 43.757,99, sobretudo com publicidade por materiais impressos, que já consumiram R$ 26.100,00. Também gastou R$ 12.750,00 em publicidade por adesivos, R$ 2.707,99 em locação/cessão de bens móveis, e R$ 2.200,00 na produção de jingles, vinhetas e slogans.

Mauro Thronicke Rodrigues (PSL), empresário que encabeça a coligação majoritária com bancário João Fabiano Davansso de vice, segue com receitas declaradas de R$ 100 mil, montante recebido da direção estadual do partido.

Ele Informou ter gastado R$ 9.310,00. A principal despesa foi com impulsionamento de conteúdo, R$ 5 mil, além de publicidade por materiais impressos, outros R$ 4.310,00.

José Carlos Barbosa, o Barbosinha (DEM), deputado estadual que lidera a Coligação “Reconstruir é o nosso desafio”, com Valdenir Machado (PSDB) de vice, segue com R$ 310.000,00 de receitas. Desse total, R$ 300 mil doados pela direção nacional de seu partido, e outros R$ 10 mil do próprio bolso. Não há, por enquanto, informações sobre despesas.

Alan Guedes (Progressistas), vereador atual presidente da Câmara Municipal e que encabeça a coligação “Respeito por Dourados”, com o médico Doutor Guto (PL) de vice, também manteve os R$ 5.862,50 declarados em receitas, dinheiro todo doado pela direção estadual do partido. Não houve detalhamento de despesas dessa coligação, liderada pelo.
Somente o jornalista Jeferson Bezerra (PMN) não tem contas prestadas, além de ser o único dos postulantes à chefia do Executivo sem proposta de governo disponível no DivulgaCandContas. Seu vice é Messias.

No pleito de 2016, candidatos à prefeitura podiam gastar até R$ 1.277.016,95 na campanha. Porém, de acordo com o Divulga Cand, a prefeita eleita, Délia Razuk (então no PR), obteve seus 43.252 votos (39,82% do total) após desembolsar R$ 416.763,00 para custear despesas contratadas.

CRÉDITOS: DOURADOS NEWS

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