Da redação

Luiz Antonio Nabhan Garcia não é ministro de Estado, não integra o 1º escalão do governo federal. Ele ocupa um cargo de 2º escalão no ministério da Agricultura e Pecuária. Garcia marca o ponto na secretaria especial de Assuntos Fundiários (Seaf), com subordinação direta a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina (DEM).  

Nabhan Garcia, portanto, não é agente político. É apenas e circunstancialmente agente público. Sua função típica e primacial é executar as ordens de seus superiores hierárquicos e colaborar com a gestão pública. Fosse um ser vivente qualificado, competente e respaldado pelas forças políticas, seria ministro de Estado. Nabhan não é nada disso.  

Garcia, em verdade, é um homem de sorte. Ele herdou mais de 75 mil hectares de terras em Tangará da Serra e Diamantino. Além de herdar o imenso latifundio em solo mato-grossense, também herdou uma demanda judicial que se arrastou por mais de 30 anos.  

Nabhan Garcia também seria proprietário de 1.500 hectares de terras em Nova Ubiratã, onde estaria consorciado com outros fazendeiros para evitar demarcação de terras indígenas ou para se apropriar de parte do território já demarcado. Uma área superior a 40 mil hectares.        

Resta claro que o chefe da Seaf tem fortes interesses financeiros, econômicos e políticos em Mato Grosso. Nos bastidores do poder, observadores mais atentos não tem dúvida: Nabhan Garcia deve investir pesado, nas eleições de 2022, em um nome do agronegócio para representar seus interesses a partir da Câmara dos Deputados. A bancada federal de Mato Grosso não caiu no conto do cisne de Garcia.  
Nelson Barbudo mostra a verdade, cala Nabhan Garcia e deixa desmoralizado o falastrão da Seaf/Mapa
Com interesses financeiros, econômicos e políticos em Mato Grosso, secretário de assuntos Fundiários, Nabhan Garcia afronta deputado Nelson Barbudo com acusações caluniosas e difamatórias.

Não atendido em seus interesses escusos e nada republicanos, Nabhan Garcia resolveu afrontar o deputado federal Nelson Barbudo, ao acusa-lo de se apropriar de realizações do governo federal na área de regularização fundiária. Nada mais falso, leviano e descabido.  

Se o deputado apoia 100% as ações do governo Bolsonaro, nada mais justo e natural que capitalizar politicamente dessas ações. E não se diga que Barbudo busca dividendos políticos gratuitos. Nada disso.  

Efetivamente, o deputado Nelson Barbudo defende a bandeira da regularização fundiária desde a sua campanha eleitoral, em 2018 e por ela tem se dedicada com empenho e determinação. Mato Grosso sabe disso!  

É fato ele buscou a parceria de prefeituras para auxiliar na realização do georreferenciamento dos assentamentos e assim contribuir para com a regularização fundiária em Mato Grosso.  

Em um vídeo postado em suas redes sociais, Nelson Barbudo desmentiu Nabhan Garcia e deixou o porra louca da Seaf em saia justa ou próximo da porta de saída do governo federal.  

O presidente Jair Bolsonaro, que precisa de uma base forte e sólida no Congresso Nacional, não pode permitir que um ocupante de cargo de 2 escalão crie animosidade em sua base de apoio parlamentar. Garcia que se cuide!

 

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