O tucano Idenor Machado, que também foi preso, desistiu da candidatura

Entre os candidatos que tentam reeleição para a Câmara de Dourados, estão três vereadores que já foram presos durante o mandato. Cirilo Ramão (MDB), Pedro Pepa (DEM) e Denize Portollan (PSDB) registram candidaturas e aguardam julgamento da Justiça Eleitoral. Idenor Machado (PSDB), também engrossa a lista, mas desistiu de concorrer às eleições em 2020.

O envolvimento de Cirilo Ramão e Pedro Pepa com a Justiça teve início em dezembro de 2018, quando foram presos pela primeira vez em operação do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) contra esquema de pagamento de propina em troca de aprovação de empresas fantasmas em licitações.

Os dois candidatos voltaram a ser presos no dia 30 de agosto, quando foram retirados por agente da Polícia em plena sessão da Câmara. Na época os mandados foram cumpridos por determinação do juiz da 1ª Vara Criminal de Dourados, Alessandro Leite Pereira, segundo a qual eles teriam descumprindo decisões judiciais.

Tanto Pepa quanto Cirilo,  tiveram seus mandados cassados, mas acabaram retornando aos cargos. Já Denize Portolan, foi presa em outro de 2018, durante operação também desencadeada pelo MPMS. Ela, inclusive, conseguiu o direito de receber salários durante o período em cumpriu pena, a exemplo do colega de partido Idenor Machado (PSDB). Os três candidatos fazem parte da coligação “Reconstruir é Nosso Desafio”, que tem como candidato a prefeito Barbosinha apoiada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

 

Reprodução MIDIAMAX 

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